Ocaña, retrat intermitent (1978), de Ventura Pons

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Produção: José María Forn Costa

País: Espanha

Roteiro: Ventura Pons

Música: Aurelio Villa

Fotografía: Lucio Poirot

Intérpretes: José Pérez Ocaña, Camilo, Guillermo, Nazario, Paco de Alcoy

Duração: 85 minutos

Sinopse: Visão intimista do pintor andaluz José Pérez Ocaña, um personagem que marcou a vida de Rambla e da Praça Real em Barcelona de fim dos anos setenta. Através de uma confessão sincera e despurdora da vida do pintor andaluz e da reconstrução de seu mundo, suas provocações e vivências, o filme dá lugar a uma sucessão de temas inéditos ao nosso cinema. Ocaña, com alegria e a partir de sua imaginação criativa, nos questiona o travesti como provocação, a religião e o fetichismo, a repressão do machismo, a anarquia, a homossexualidade, a vida marginal que era ocultada pela ditadura franquista aparece sem meias-palavras como pano de fundo para esse artista único.

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