Possiveis Sexualidades


Denilson Lopes, Presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, discutirá o rótulo “cinema gay”.

Denilson Lopes, professor da Escola de Comunicação e Superintendente de Difusão Cultural do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador do CNPq. Presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual. Autor de A Delicadeza: Estética, Experiência e Paisagens (Brasília: EdUnB, 2008 ou 2007), O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios (Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002), Nós os Mortos: Melancolia e Neo-Barroco (Rio de Janeiro: 7Letras, 1999), co-organizador de Imagem e Diversidade Sexual (São Paulo: Nojosa, 2004) e organizador de O Cinema dos Anos 90 (Chapecó: Argos, 2005). Foi presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília, onde lecionou de 1997 a 2007.

No dia 4 de abril, segundo dia da 1ª Mostra Possíveis Sexualidades, o professor Denilson Lopes lançará o seu livro A Delicadeza: Estética, Experiência e Paisagens além de participar da mesa de debates “Por que cinema gay? – Alternativas além do rótulo” juntamente com o cineasta Miguel Albaladejo, diretor de Filhote (2004) e Rodrigo Barreto.



Filhote (2004), de Miguel Albaladejo, que virá a Salvador discutir o rótulo “Cinema Gay”
Março 13, 2008, 10:48 pm
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Produção: Star Line TV Productions, S.L.

País: España

Roteiro: Miguel Albaladejo, Salvador García Ruiz

Música: Lucio Godoy

Fotografía: Alfonso Sanz

Intérpretes: José Luis García-Pérez, David Castillo, Arno Chevrier, Elvira Lindo, Mario Arias, Diana Cerezo, Josele Román, Empar Ferrer, Félix Álvarez

Duração: 102 minutos

Sinopse: Quando Violeta decide fazer uma viagem pela India com seu noivo, deixa seu filho Bernanrdo de nove anos com seu irmão Pedro, um atraente detista gay, desinibido em suas relações e sem mais responsabilidades do que para consigo mesmo. Pedro mudará seu comportamento para que seu sobrinho não percebe seu desenfreado ritmo de vida habitual. O garoto por sua vez manterá uma atitude das mais naturais, como se estivesse em sua própria casa sem se intrometer em nada. Agora, Pedro terá que lidar com um monte de coisas inesperadas para ele (colégio, educação etc.) Pouco a pouco a relação se estreita, a base de carinho, afeto e amizade, algo que Pedro nunca havia tido com ninguém além de si mesmo.



Cinema gay e o Nazismo
Março 7, 2008, 7:22 pm
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Maedchen in Uniform

Em Notas para uma história do cinema homossexual na era dos regimes totalitários, Adriana S. Kurtz, jornalista e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing de Porto Alegre, recupera parte da história cinematográfica alemã censurada pelo regime nazista e igonorada inclusive por teóricos do cinema como Sigfried Kracauer.

 Anders als die Andern (1919) e Mädchen in Uniform (1931) são, respectivamente, os primeiros filmes gay e lesbiano produzidos pelo cinema mundial. Entre as datas de sua produção, Berlim mostrara ser mais do que a ‘capital homossexual’ da Europa: ainda que tenha começado tardiamente, o cinema germânico viveria seu apogeu exatamente sob a efervescência sócio-cultural e artística da República de Weimar. Ambos os filmes foram banidos pelo regime nazista e muitos de seus participantes – cineastas, consultores, atores e atrizes acabaram fugindo do país, ameaçados pela política homofóbica e eliminacionista do III Reich.” Fonte: Mnemocine.

Anders als die Andern