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Produção: Star Line TV Productions, S.L.
País: España
Roteiro: Miguel Albaladejo, Salvador García Ruiz
Música: Lucio Godoy
Fotografía: Alfonso Sanz
Intérpretes: José Luis García-Pérez, David Castillo, Arno Chevrier, Elvira Lindo, Mario Arias, Diana Cerezo, Josele Román, Empar Ferrer, Félix Álvarez
Duração: 102 minutos
Sinopse: Quando Violeta decide fazer uma viagem pela India com seu noivo, deixa seu filho Bernanrdo de nove anos com seu irmão Pedro, um atraente detista gay, desinibido em suas relações e sem mais responsabilidades do que para consigo mesmo. Pedro mudará seu comportamento para que seu sobrinho não percebe seu desenfreado ritmo de vida habitual. O garoto por sua vez manterá uma atitude das mais naturais, como se estivesse em sua própria casa sem se intrometer em nada. Agora, Pedro terá que lidar com um monte de coisas inesperadas para ele (colégio, educação etc.) Pouco a pouco a relação se estreita, a base de carinho, afeto e amizade, algo que Pedro nunca havia tido com ninguém além de si mesmo.
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Em Notas para uma história do cinema homossexual na era dos regimes totalitários, Adriana S. Kurtz, jornalista e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing de Porto Alegre, recupera parte da história cinematográfica alemã censurada pelo regime nazista e igonorada inclusive por teóricos do cinema como Sigfried Kracauer.
“Anders als die Andern (1919) e Mädchen in Uniform (1931) são, respectivamente, os primeiros filmes gay e lesbiano produzidos pelo cinema mundial. Entre as datas de sua produção, Berlim mostrara ser mais do que a ‘capital homossexual’ da Europa: ainda que tenha começado tardiamente, o cinema germânico viveria seu apogeu exatamente sob a efervescência sócio-cultural e artística da República de Weimar. Ambos os filmes foram banidos pelo regime nazista e muitos de seus participantes – cineastas, consultores, atores e atrizes acabaram fugindo do país, ameaçados pela política homofóbica e eliminacionista do III Reich.” Fonte: Mnemocine.

