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Depois de encher de expectadores a Sala de Arte do Museu Geológico para a estréia do seu filme Onde andará Dulce Veiga?, o cineasta paulista Guilherme de Almeida Prado estará presente no debate O cinema e a obra de Caio Fernando Abreu: possíveis interseções, que acontece hoje, às 16 horas, no Instituto Cervantes. A mesa de discussão também contará com a presença de Leandro Colling, doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA, e de Állex Leilla, doutora em Literatura Comparada pela UFMG.
Guilherme de Almeida Prado, autor de obras como Flor do desejo (1984) e As taras de todos nós (1981), foi premiado no Festival de Gramado com a produção A Dama do cine Shangai (1988). Em 2002, seu roteiro Onde andará Dulce Veiga? – baseado no romance de Caio Fernando Abreu – foi selecionado para o VI Laboratório de Roteiros Sundance no Brasil. O filme inspirado na obra do escritor gaúcho será exibido na Mostra mais uma vez no domingo (06.04), às 20h30, na Sala de Arte do Museu Geológico.
Hoje a Mostra Possiveis Sexualidades exibe o documentário Uma questão de gênero, às 18h30, na Sala de Arte da UFBA (Canela). No filme de Rodrigo Najar, através dos depoimentos de sete transexuais com idades entre 19 e 37 anos, a questão da transexualidade se desdobra em diversos aspectos enfrentados por essas pessoas no cotidiano. Dentre eles, a aceitação familiar e social, dificuldades de alteração do nome e do sexo em registros civis e cirurgia de redefinição.
E XXY, longa de autoria da argentina Lucía Puenzo, estréia em Salvador, às 20h30, na Sala de Arte do Museu Geológico. Nele, Alex nasce com características sexuais masculinas e femininas e seus pais decidem esperar a chegada da adolescência para que ele/ela opte por um dos dois sexos. Os ingressos custam R$4.
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